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sábado, 30 de abril de 2016

A Parvoíce Desportiva #5

Aos 18 anos, a mulher é como uma bola de futebol: tem 22 homens correndo atrás e milhares de marmanjos de olho.

Aos 28 anos, ela passa a ser como uma bola de basquete: mais rechonchuda, com 10 homens correndo atrás e alguns colegas acompanhando.

Aos 38 anos, ela é como uma bolinha de golfe: tem só um homem andando atrás dela e meia dúzia de amigos olhando.

Aos 48 anos, ela passa a ser como uma bolinha de ping pong: um homem fica jogando pro outro!

terça-feira, 26 de abril de 2016

A Parvoíce da Engorda

“O desporto é uma péssima ideia: engordamos quando deixamos de o praticar!”
Michèle Bernier

sábado, 23 de abril de 2016

A Parvoíce Desportiva #4

Um homem está sentado num estádio, na grande final da Liga dos Campeões, onde todos os lugares estavam esgotados há meses.

Ao seu lado há um lugar vago. O homem sentado do outro lado desse lugar, muito irritado, pergunta-lhe se ele conhece a pessoa desse lugar, porque é uma vergonha falhar uma final!

O homem responde-lhe:
- É o lugar da minha mulher! Já vimos juntos ao futebol desde que casamos, mas ela morreu nesta semana…

O tipo do outro lado pede desculpa e dá-lhe as sua condolências. Depois pergunta:
- E não havia ninguém da família ou amigos próximos que pudesse ter vindo no seu lugar?

E responde o homem:
- Haver, havia! Mas estão todos no funeral dela…

terça-feira, 19 de abril de 2016

A Parvoíce da Gritaria

“O desporto é algo elementar com um objecto e um objectivo. E quando o objecto está dentro do objectivo, gritar feitos malucos.”
Benoît Gagnon

sábado, 16 de abril de 2016

A Parvoíce Desportiva #3

Conversa entre amigas, diz uma:
- Sabias que os atletas portugueses têm ganho umas medalhas de ouro e de prata?!

Outra:
- Ora, o meu marido também já ganhou uma medalha de ouro!

A primeira:
- Ele também foi atleta?!

A outra:
- Não, filha! Foi a madrinha dele que lha deu pelo baptizado…

terça-feira, 12 de abril de 2016

A Parvoíce da Marcha Funeste


“O único desporto que alguma vez pratiquei, foi a marcha, e no funeral dos meus amigos desportistas.”
George Bernard Shaw

sábado, 9 de abril de 2016

A Parvoíce Desportiva #2

Ao ler o jornal diz um:
- Os verdadeiros heróis são os jogadores que ganharam o campeonato do mundo de futebol de praia.

- Porquê?! – pergunta interessado o outro.

Explica o primeiro:
- Se comer relva já é mau, então imagina como deve ser comer areia…

sábado, 2 de abril de 2016

A Parvoíce Desportiva

Uma mulher está na cama com o amante quando ouve os passos do marido. A mulher manda-o pegar nas roupas e sair pela janela. Ele resmunga porque está a chover muito, mas não tendo outra solução, salta e cai no meio da rua, onde está a passar uma maratona.

Mesmo nu, ele aproveita e corre junto com os outros, que o olham de um jeito esquisito. Um corredor pergunta:
- Você corre sempre assim nu?

- Sim! – Responde o amante. – É tão bom ter uma sensação de liberdade…

Outro corredor pergunta:
- Mas você corre sempre assim nu e com as roupas nas mãos?

O gajo não se dá por vencido:
- Eu gosto assim. Posso vestir-me no fim da corrida e ir para o carro para ir para casa…

Um terceiro corredor insiste:
- E você corre sempre assim nu, com as roupas nas mãos e com um preservativo na pila?

Aí o gajo responde:
- Ahhh… Isso é só quando está a chover!

sábado, 28 de junho de 2014

A Parvoíce Assertiva

“O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correcta. Deu um passo em frente.”

João Pinto

sábado, 21 de junho de 2014

sábado, 14 de junho de 2014

A Parvoíce Indecisa

“A Selecção não jogou nem bem, nem mal. Antes pelo contrário…”

Gabriel Alves

quinta-feira, 12 de junho de 2014

A Importância do Bigode

Em Portugal, o bigode é mais que um adereço ou mera pilosidade, é o estandarte das nossas virtudes. Se é farfalhudo e enrolado pertence a alguém alegre e orgulhoso, se é pequeno e aparado revela moderação e sobriedade, se é generoso e definido pertence a um dono sociável e com boas maneiras. O bigode sublima e sublinha a personalidade do seu dono. E sublinhamos palavras para quê? Para evidenciar o texto!

Para além de ser um fantástico armazém para a comida, o bigode é um símbolo nacional tão indispensável como a bandeira, o hino, o fado, a mini e o tremoço. Verdadeiro pináculo da perfeição lusitana, ele revela-se através da sua óbvia presença facial, mas também pela mensagem escondida no seu nome. O bigode é a Benesse dos Imberbes que Garante a Obtenção de um Desígnio Extraordinário. Em suma, este vocábulo demonstra um destino bigodesco cheio de grandeza.

Se antigamente a pilosidade facial feminina era uma fonte incrível de reconhecimento no mundo circense, hoje em dia esse apreço verifica-se em festivais musicais de visão europeia. Confesso que esse fetiche piloso me faz alguma confusão. Imagine uma relação heterossexual com os pelos faciais como ponto comum na relação. Se já é difícil saber quem veste as calças? Então como vai ser descortinar quem é o líder com perfil pilífero daquela casa?
Mas é futebolisticamente que o bigode ganha contornos descomunais. Sempre me disseram que o futebol não é para meninas, é para homens de barba rija, mas confesso que sou frequentemente fustigado pelas dúvidas. Principalmente quando os jogadores estão mais preocupados com o penteado ou a fitinha que têm no cabelo. A ostentação daquele símbolo de masculinidade desfaria qualquer tipo de dúvida.

No decorrer dos jogos é frequente vermos os defesas oferecer aos avançados, uma ou outra trolitada violenta. Na minha modesta opinião, as entradas nunca são assim tão violentas e merecedoras de cartão vermelho directo. Só mesmo se partir a perna do adversário em três lados. Mas mesmo aí, acho que a culpa é mais do sofredor do que do causador. Para começar se bebesse mais leite, não era tão frágil e se ostentasse um bigode, o defesa nunca teria entrado assim. Ao ver o bigode, o defesa perceberia logo que o oponente é um gajo rijo e ele é que se arriscava a ficar magoado.

Gostava de relembrar a todos os meus compatriotas, que os tempos mais áureos da Selecção Nacional, o vice-campeonato europeu em 2004 e os terceiro e quarto lugar no Mundial em 1966 e 2006, foram alcançados quando o treinador ostentava um bigode. Quando em 1989 e 1991, um certo Carlos Queiroz tinha um bigode e treinava a selecção júnior, levou a Selecção Portuguesa até dois títulos mundiais. Vejam a como correu a ultima campanha mundialista com o mesmo selecionador, mas desprovido de bigode. Nada bem!

No último jogo particular, o Hugo Almeida marcou dois golos. Sim! 2 golos! Eu percebo que o binómio Hugo Almeida/Golo faz-vos alguma confusão. Fiquem descansados para ele também é confuso marcar golos. Só tenho uma explicação para repentina eficácia e não creio que seja uma coincidência. O bigode faz a diferença e agora ninguém o para. A não ser uma Gillette!

Enfim, o que queremos é dar Bigode as outras Selecções enquanto nos rimos nas suas barbas.


O Cronista da Parvoíce © 2014