“Para quê beber e conduzir, se posso fumar e viajar”
Bob Marley
“Queria viajar mas não tinha dinheiro, fumei e viajei o dia inteiro.”
Bob Marley
Duas amigas idosas foram viajar pela primeira vez de avião. Já sentadas, uma delas pergunta a uma assistente de bordo que passava no corredor:
- Menina, diga-nos uma coisa. Garante-nos que nos trazem outra vez para baixo?
A assistente:
- O que lhe garanto, minha senhora, é que nunca ficou ninguém lá em cima…
Há quem adora viajar de avião. É sempre tão festivo. Principalmente se viajar com portugueses. Durante essas viagens é fácil reconhecer o espírito festivaleiro e educado tão característico do povo lusitano e demonstrando com um simples gesto: as palmas. Nunca tinha reparado? Sempre que o seu avião aterra ouvem-se inúmeras palmas. e faz sentido! A aterragem é algo tão inesperado.
Eu que andar de avião é o meio de transporte mais seguro para viajar. É o que dizem as estatísticas e aquele amigo chato que acha que sabe tudo. E também é verdade que há menos aviões no céu do que automóveis nas estradas e que a probabilidade duma viagem com Rede Expresso chegar ao destino é maior do que voando com Germanwings, mas não deixo de ter medo dos meios aéreos.
Sendo a aterragem tão inesperada, daí aquela ovação aérea chegado ao destino, não me sinto seguro sempre que viajo de avião. E nem todos aplaudem. Já vi demonstrações de desagrado. Podem dizer o que quiserem, mas ninguém me vai convencer que aquela senhora gostou da viagem ou da aterragem. Ela passou o tempo todo a vomitar.
O importante é perceber a razão de tanta satisfação. Porquê as palmas? Será que sempre que descolam, pensam que estão a ser pilotados pelo um maçarico incompetente e o mais provável é não chegarem ao destino? Ou será porque pensavam que iam ser desviados por uns radicais de esquina e atirados contra o par de edifícios mais alto das redondezas? Ou talvez seja apenas por serem tão criancinhas, estão constantemente a perguntar “Chegamos?” e quando chegam (de facto) festejam (com palmas) que nem uns doidinhos, como se de um brinde se tratasse?
A verdade é que não custa nada sermos educado. Toca a bater palmas!
O Cronista da Parvoíce ©

Um português, um francês e um inglês viajam de comboio pela Europa fora. A dada altura o inglês diz:
- Estamos em Londres!
- Porque dizes isso? – Perguntam os outros dois
Responde o inglês:
- Está ali o Big Ben!
Uns dias depois o francês diz:
- Estamos em Paris!
- Porquê? – Perguntam os outros dois.
Responde o Francês:
- Está ali a Torre Eiffel.
Passados uns dias, não querendo ficar atrás, o português diz:
- Estamos em Lisboa…
- Porquê? – Perguntam os outros dois.
E respondo o português:
- Roubaram-me a carteira…